Dei 'replay' em uma fita antiga que guardei dentro de uma gaveta trancada a sete chaves. No começo esse filme além de encantador foi desvendador, descobri tantos mapas e navaguei com os mesmos por mAguas desconhecidas. Feliz eu poderia dizer, um belo filme, um maguado final. Guardei então assim, e repeti a mim mesma que: eu jamais iria vê-lo novamente. Então fui a viver novos filmes, mas, não existiria nenhum com tanto despertar no qual aquele me proporcionou, até que, mexendo em coisas novas um disco me chamou a atenção, eu apenas dei o play e esperei acontecer, não tinha nada a mais, nada demais, nada, mas apenas outro filme que me despertou, e por algum motivo esse era bem mais longo que os outros, e algo me dizia que era diferente de todos e de tudo, e quando eu percebi estava navegando pelas mesmas mAguas com os mesmos mapas, talvez o mesmo filme regravado em um físico diferente. Sim, eu estava sentada vendo a mesma vida que eu jurei jamais vê-la novamente.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
mÁguas
Assinar:
Postar comentários (Atom)

o bom de um filme é poder guarda na lembranca /.
ResponderExcluirexatamente!
Excluir